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11 de maio de 2026

Briga interna no SINTERPUM preocupa professores e amplia tensão sobre pagamento do FUNDEF

 


A disputa interna em torno do SINTERPUM voltou a ganhar força nos últimos dias e tem preocupado professores da rede municipal de Timon, principalmente diante das discussões envolvendo os recursos dos precatórios do FUNDEF.

Nas redes sociais, grupos ligados à atual diretoria do sindicato e integrantes da antiga gestão - que foi defenestrada do poder sindical -, travam uma verdadeira batalha de narrativas sobre o processo de definição e pagamento dos recursos destinados aos profissionais da educação.
 

De um lado, a atual direção da entidade, eleita legitimamente pela categoria, do outro, ex-dirigentes que durante décadas se revezaram nos principais cargos do sindicato e que agora tentam retomar protagonismo dentro das discussões sindicais. 

Nos bastidores, professores apontam forte influência política de um ex-prefeito sobre integrantes desse grupo, além da atuação constante do irmão de um ex-secretário municipal, que passou a ocupar espaço nas redes sociais como uma das vozes mais ativas nas críticas à atual direção do sindicato.

A tensão aumentou após publicações e trocas de acusações em grupos e páginas ligadas à categoria, muitas delas impulsionadas por aliados políticos ligados a um ex-prefeito, ampliando o clima de disputa e acirrando o confronto entre os dois lados. No que os professores entendem que acaba desviando o foco principal: a garantia do pagamento dos precatórios dentro da legalidade e da segurança jurídica.

Professores ouvidos pelo blog, afirmam que parte desse grupo oposicionista tenta transformar o debate sobre os recursos do FUNDEF em palco de disputa política e eleitoral visando futuras eleições sindicais e influenciar inclusive no processo de eleição de outubro próximo. Há também críticas ao fato de antigos integrantes da diretoria, que em outros momentos mantinham alinhamento com gestões municipais anteriores, agora adotarem um discurso mais radicalizado diante do atual cenário.

Segundo relatos, esse mesmo grupo, em períodos passados, chegou a defender posicionamentos mais moderados em relação a reajustes salariais da categoria, inclusive em momentos em que vereadores defendiam percentuais superiores aos apresentados pelo Executivo municipal, esses diretores defendiam os percentuais propostos pelos gestores da época.

Enquanto isso, a atual direção do SINTERPUM, afirmam os professores ouvidos pelo blog,  estar conduzindo o processo dos precatórios dentro das exigências legais e buscando segurança administrativa para evitar problemas futuros no pagamento aos professores.

Nos bastidores, a avaliação é de que o debate tem sido contaminado por interesses políticos externos e por personagens ligados ao antigo grupo político que comandou Timon nos últimos anos. Professores afirmam que esse ex-prefeito segue influenciando diretamente os movimentos do grupo oposicionista dentro do SINTERPUM, enquanto aliados e interlocutores próximos intensificam diariamente o embate nas redes sociais.
 
Numa tentativa constante de desgaste da atual gestão sindical, o que acaba aumentando a insegurança entre os profissionais da educação.

O ponto central, no entanto, permanece o mesmo: segundo informações publicadas oficialmente, em nenhum momento o Executivo timonense afirmou que deixaria de pagar os valores devidos aos professores referentes aos precatórios do FUNDEF. A discussão atual gira em torno dos critérios legais, administrativos e da destinação dos recursos complementares, especialmente os juros, que deverão ser aplicados em investimentos no município dentro da execução orçamentária prevista na LOA de 2026 e também através de demandas escolhidas pela população por meio do programa Timon Orçamento Participativo (TOP).

No meio dessa disputa, muitos professores demonstram preocupação para que o debate político não acabe atrasando ainda mais um direito aguardado há anos pela categoria
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6 comentários:

  1. Então percebe-se que a atual gestão do SINTERPUM,concorda com o Rafael Brito em não pagar os juros dos precatório aos professores? Porque o gestor antigo só está reclamando do atual gestor em não querer pagar esses juros a wual nos cabe

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  2. E com o sentimento de revolta, insatisfação e tristeza que vejo um manifesto desse que foge completamente do assunto, não existe brigas internas e que de fato está acontecendo é a falta de respeito, responsabilidade e diálogo com a categoria, não são realizada assembléias pra nos repassar o que foi acordado com a comissão responsáveis pelo precatório, não estamos de lado A ou B e nem concorrendo a cargos públicos, o que de fato queremos é o que nos pertence, valor principal+juros. Nós estamos custeando as nossas manifestações, comprando camisas, levando a nossa água nas garrafa, o mínimo que esperamos do colegiado é respeito. Fomos agredidas verbalmente, impedidas de adentrar ao auditório, depois de 40 minutos, tivemos acesso ao mesmo, nosso fala foi calada ,disseram que nos estávamos berrando, então enquanto não respeitar a categoria nós iremos continuar com a mesma postura, o discurso de vocês é nos mandar se desfiliar, porém esse gostinho eu não vou dar, e pasmem quem mandou eu me desfiliar foi a advogada do sindicato colegiado .O precatório é nosso na sua totalidade e vamos pra cima 3 gatos pingados que gritam bem e sabemos dos direitos que nos assistem. Se eu faço uma poupança e rede os juros, é meu ou do banco? Fica aqui a minha pergunta.

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  3. E com o sentimento de revolta, insatisfação e tristeza que vejo um manifesto desse que foge completamente do assunto, não existe brigas internas e que de fato está acontecendo é a falta de respeito, responsabilidade e diálogo com a categoria, não são realizada assembléias pra nos repassar o que foi acordado com a comissão responsáveis pelo precatório, não estamos de lado A ou B e nem concorrendo a cargos públicos, o que de fato queremos é o que nos pertence, valor principal+juros. Nós estamos custeando as nossas manifestações, comprando camisas, levando a nossa água nas garrafa, o mínimo que esperamos do colegiado é respeito. Fomos agredidas verbalmente, impedidas de adentrar ao auditório, depois de 40 minutos, tivemos acesso ao mesmo, nosso fala foi calada ,disseram que nos estávamos berrando, então enquanto não respeitar a categoria nós iremos continuar com a mesma postura, o discurso de vocês é nos mandar se desfiliar, porém esse gostinho eu não vou dar, e pasmem quem mandou eu me desfiliar foi a advogada do sindicato colegiado .O precatório é nosso na sua totalidade e vamos pra cima 3 gatos pingados que gritam bem e sabemos dos direitos que nos assistem. Se eu faço uma poupança e rede os juros, é meu ou do banco?

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  4. O ex-prefeito de Timon-MA Luciano Leitoa e a ex-presidente do sindicato só estão lutando por um direito que é nosso legitimamente que são os juros que o prefeito não quer nos repassar.
    Não estamos discutindo o pagamento do valor principal dos precatórios do FUNDEF, que é um direito garantido. A nossa reivindicação central é o repasse dos "juros" incidentes sobre esses valores, que são parte integrante do montante devido aos profissionais.

    Lamentamos que uma pauta tão legítima esteja sendo atravessada por interesses políticos externos e disputas partidárias que só geram insegurança. O que a categoria deseja é transparência e o respeito ao que nos é de direito, sem que o debate seja usado como palanque para desgastar instituições ou atrasar o que já aguardamos há anos.

    Nosso foco é a valorização da educação. Precisamos de diálogo técnico e foco no que realmente importa: o direito dos professores sobre o valor principal e os juros dos precatórios que o prefeito não quer nos repassar.

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