A disputa interna em torno do SINTERPUM voltou a ganhar força nos últimos dias e tem preocupado professores da rede municipal de Timon, principalmente diante das discussões envolvendo os recursos dos precatórios do FUNDEF.
Nas redes sociais, grupos ligados à atual diretoria do sindicato e integrantes da antiga gestão - que foi defenestrada do poder sindical -, travam uma verdadeira batalha de narrativas sobre o processo de definição e pagamento dos recursos destinados aos profissionais da educação.
De um lado, a atual direção da entidade, eleita legitimamente pela categoria, do outro, ex-dirigentes que durante décadas se revezaram nos principais cargos do sindicato e que agora tentam retomar protagonismo dentro das discussões sindicais.
Nos bastidores, professores apontam forte influência política de um ex-prefeito sobre integrantes desse grupo, além da atuação constante do irmão de um ex-secretário municipal, que passou a ocupar espaço nas redes sociais como uma das vozes mais ativas nas críticas à atual direção do sindicato.
A tensão aumentou após publicações e trocas de acusações em grupos e páginas ligadas à categoria, muitas delas impulsionadas por aliados políticos ligados a um ex-prefeito, ampliando o clima de disputa e acirrando o confronto entre os dois lados. No que os professores entendem que acaba desviando o foco principal: a garantia do pagamento dos precatórios dentro da legalidade e da segurança jurídica.
Professores ouvidos pelo blog, afirmam que parte desse grupo oposicionista tenta transformar o debate sobre os recursos do FUNDEF em palco de disputa política e eleitoral visando futuras eleições sindicais e influenciar inclusive no processo de eleição de outubro próximo. Há também críticas ao fato de antigos integrantes da diretoria, que em outros momentos mantinham alinhamento com gestões municipais anteriores, agora adotarem um discurso mais radicalizado diante do atual cenário.
Segundo relatos, esse mesmo grupo, em períodos passados, chegou a defender posicionamentos mais moderados em relação a reajustes salariais da categoria, inclusive em momentos em que vereadores defendiam percentuais superiores aos apresentados pelo Executivo municipal, esses diretores defendiam os percentuais propostos pelos gestores da época.
Enquanto isso, a atual direção do SINTERPUM, afirmam os professores ouvidos pelo blog, estar conduzindo o processo dos precatórios dentro das exigências legais e buscando segurança administrativa para evitar problemas futuros no pagamento aos professores.
Nos bastidores, a avaliação é de que o debate tem sido contaminado por interesses políticos externos e por personagens ligados ao antigo grupo político que comandou Timon nos últimos anos. Professores afirmam que esse ex-prefeito segue influenciando diretamente os movimentos do grupo oposicionista dentro do SINTERPUM, enquanto aliados e interlocutores próximos intensificam diariamente o embate nas redes sociais.
Numa tentativa constante de desgaste da atual gestão sindical, o que acaba aumentando a insegurança entre os profissionais da educação.
O ponto central, no entanto, permanece o mesmo: segundo informações publicadas oficialmente, em nenhum momento o Executivo timonense afirmou que deixaria de pagar os valores devidos aos professores referentes aos precatórios do FUNDEF. A discussão atual gira em torno dos critérios legais, administrativos e da destinação dos recursos complementares, especialmente os juros, que deverão ser aplicados em investimentos no município dentro da execução orçamentária prevista na LOA de 2026 e também através de demandas escolhidas pela população por meio do programa Timon Orçamento Participativo (TOP).
No meio dessa disputa, muitos professores demonstram preocupação para que o debate político não acabe atrasando ainda mais um direito aguardado há anos pela categoria..

Então percebe-se que a atual gestão do SINTERPUM,concorda com o Rafael Brito em não pagar os juros dos precatório aos professores? Porque o gestor antigo só está reclamando do atual gestor em não querer pagar esses juros a wual nos cabe
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