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7 de abril de 2026

Nominata do MDB vira campo minado e testa força de novos e velhos caciques no Maranhão


A nominata do MDB para a disputa à Câmara Federal no Maranhão não é apenas competitiva — é, na prática, um verdadeiro campo de batalha entre alguns dos nomes mais pesados da política estadual.

Nos bastidores, cresce a curiosidade sobre quem são — e principalmente como se comportam — os pré-candidatos que vão dividir palanque, voto e espaço dentro da mesma legenda. E é nesse cenário que surge um ingrediente político nada desprezível: a entrada da Doutora Gisele, esposa do prefeito de Timon, Rafael Brito.

Segundo apuração junto a fontes emedebistas, Gisele não apenas está confirmada na nominata como entra em uma disputa de altíssimo nível, cercada por nomes que carregam estrutura, tradição política e densidade eleitoral. Não é pouca coisa.

Na mesma chapa estão figuras como o empresário Vinícius Ferro, apontado como representante direto do grupo Brandão na corrida; Larissa DP, esposa do empresário Eduardo DP, que faz questão de ostentar o título de um dos homens mais ricos do Maranhão; além de pesos-pesados já testados nas urnas, como a deputada federal licenciada Roseana Sarney, o experiente Hildo Rocha (atualmente no exercício do mandato como suplente), e os deputados Cleber Verde e Júnior Lourenço.
Traduzindo: não existe espaço para amadorismo.

A nominata do MDB se desenha como uma das mais robustas — e também mais disputadas — do estado. Cada voto contará, e cada estrutura será colocada à prova. Nesse ambiente, a presença da primeira-dama de Timon deixa de ser apenas um detalhe e passa a ser um movimento político estratégico: ou se consolida como revelação eleitoral ou corre o risco de ser engolida por nomes já calejados.

E tem mais. Pelas contas internas do partido, o MDB projeta eleger até quatro deputados federais — número semelhante ao desempenho do PL na última eleição.

Ou seja: vaga existe, mas está longe de ser garantida.

No fim das contas, o que se vê é uma disputa onde ninguém entra para brincar — e onde sobrenome, dinheiro, mandato e articulação política vão pesar, e muito.

A pergunta que fica nos corredores do poder é direta: quem, de fato, tem fôlego para sobreviver a essa guerra interna?

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