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8 de fevereiro de 2026

Quem está por trás da rede de mentiras, de ódio, de inveja e se beneficia de tudo isso?

Com a experiência de quem percorreu os principais cargos da vida pública — deputado federal, senador e prefeito da capital piauiense — Heráclito Fortes costumava dizer que, na política, todas as máscaras acabam caindo durante e depois do Carnaval. Não por acaso, foi uma das vozes mais respeitadas do Congresso Nacional.


Parafraseando Heráclito, é possível afirmar que, em Timon, as máscaras também começam a cair — e não apenas no período festivo do Zé Pereira, mas sobretudo no que vem depois. Principalmente para aqueles que, ao longo do último ano, tentaram ocultar quem realmente está por trás de narrativas orquestradas, acusações sem provas e conteúdos cuidadosamente espalhados nas redes sociais.

Não se trata de fatos isolados. O que se percebe é a existência de uma engrenagem bem posicionada, com endereço conhecido e, mais grave, funcionando sob o olhar complacente — quando não o incentivo — de figuras da política timonense. Uma rede que não sobrevive sozinha: ela se alimenta do silêncio cúmplice, da conveniência estratégica e dos interesses de ocasião.

O cenário remete a um episódio da história local, quando o então prefeito Luciano Leitoa procurou uma delegacia denunciando uma suposta rede de fake news atuando contra sua gestão. À época, alegava-se perseguição. O tempo, porém, mostrou que certas lições, quando não são aprendidas, acabam sendo reproduzidas sob nova roupagem.

Até hoje, mesmo com a intervenção das autoridades, não se comprovou a existência daquela rede denunciada. Agora, paradoxalmente, basta acompanhar o fluxo de imagens, postagens e discursos nas redes sociais para compreender quem se beneficia do ambiente de ódio instalado. Na política, como dizia Heráclito, o Carnaval passa — mas as máscaras, cedo ou tarde, sempre caem.

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